E o desejo aumenta. Cada passo dado é um leve bater de asas de uma harpia seguido de uma pausa, planando. É como se ela voasse em direção a uma singela preguiça, pronta para abocanhá-la, o fim da preguiça para a sobrevivência da majestosa ave. Desejar nada mais é que querer, incondicionalmente, irresistivelmente. Esta condicionado a ser filho do desejo que manipula as pulsações. A volta do homem esta a vontade, ele quer tudo, não respeita, mata. E lá está ela, a preguiça, macho ou fêmea, não interessa; misturando o equilíbrio a inteligência, controla o ambiente ao seu redor, come lentamente, folha a folha, se torna mais forte, não percebe que esta sendo observada, esta sendo desejada. Estica seu longo braço para pegar uma folha, talvez a folha mais saborosa da arvore, talvez a mais especial, cuja sensação após a ingestão é de satisfação absoluta, não tem tempo. A harpia é mais rápida, como dizem os livros por ai inutilmente publicados aos milhões, as harpias têm um ataque mortal, disse uma vez que talvez levantassem um homem com facilidade, pobre preguiça que pelo desejo da harpia não alcançou o galho onde a folha estava, simples comparações que não levam a caminho algum, uma preguiça devorada, uma harpia satisfeita e mais uma vez o ciclo da vida recomeçando, movido pelo desejo, tema principal dos textos publicados com a finalidade de mudar uma pessoa, torná-la consciente, porventura deixá-la a desejar mais de si mesma.
Quiçá começo a escrever um texto e nem eu mesmo entendo, pois minha finalidade era tocar de outra maneira a forma de pensar das pessoas, me ponho como tolo, mas sábio é o que confunde os outros sem perder a razão, objetivo maior da confusão. É assim que comecei, lançando o que acontece com o jovem garoto no dado momento de lançar essas palavras, ele põe-se a amar, não que já não amasse antes, mas o desejo aumenta. Ele quer alguém, algo, inútil, é como amar e não ser correspondido, mas ele faz. Começa a desejar ainda mais, como uma progressão geométrica, aumenta. Reza para que o desejo repleto de amor seja correspondido, pensa, torna-se refletivo, e se eu te der um beijo! Certamente o mal serei eu, é ele ama, mas não é amado. Tem seu alvo, o deseja, concluiu arriscara, a harpia teve sucesso, ela desejou, mas não é a mesma coisa. Se tratando de iniciativa, teme. Medo da coisa mais simples, o amor, e continua a sonhar, ali, naquela janela, olhando o céu, chuvoso, mas nada que o desejo, o sonho não mude, para ele esta repleto de estrelas, das mais brilhosas, onde as harpias voam e caçam, com sucesso. Mais uma vez pensou no desejo que tem, mas não faz, por medo, iludido de que terá ajuda, será respondido, não será o tal de começar, mas falar em começo, as imagens voltam aquele dado ponto da historia onde se conhecem, marcado, pra sempre, respira aliviado, pois agora esta a amar de novo, como um recomeço, até a química do seu corpo cessar e a física falar mais alto.
Quiçá começo a escrever um texto e nem eu mesmo entendo, pois minha finalidade era tocar de outra maneira a forma de pensar das pessoas, me ponho como tolo, mas sábio é o que confunde os outros sem perder a razão, objetivo maior da confusão. É assim que comecei, lançando o que acontece com o jovem garoto no dado momento de lançar essas palavras, ele põe-se a amar, não que já não amasse antes, mas o desejo aumenta. Ele quer alguém, algo, inútil, é como amar e não ser correspondido, mas ele faz. Começa a desejar ainda mais, como uma progressão geométrica, aumenta. Reza para que o desejo repleto de amor seja correspondido, pensa, torna-se refletivo, e se eu te der um beijo! Certamente o mal serei eu, é ele ama, mas não é amado. Tem seu alvo, o deseja, concluiu arriscara, a harpia teve sucesso, ela desejou, mas não é a mesma coisa. Se tratando de iniciativa, teme. Medo da coisa mais simples, o amor, e continua a sonhar, ali, naquela janela, olhando o céu, chuvoso, mas nada que o desejo, o sonho não mude, para ele esta repleto de estrelas, das mais brilhosas, onde as harpias voam e caçam, com sucesso. Mais uma vez pensou no desejo que tem, mas não faz, por medo, iludido de que terá ajuda, será respondido, não será o tal de começar, mas falar em começo, as imagens voltam aquele dado ponto da historia onde se conhecem, marcado, pra sempre, respira aliviado, pois agora esta a amar de novo, como um recomeço, até a química do seu corpo cessar e a física falar mais alto.



1 comentários:
Adorei Adorei o texto *-*
fui o primeiro a ler, \õ/
haus
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